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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Autorretratos Tingui Botó

Um pouco da tradição e da cultura da tribo Tingui Botó registrada pelo olhar dos próprios  jovens indígenas

DIADORE YAPORÉ - 13 ANOS



 ACASSIA TUINAN - 13 ANOS



JAIRÃ - 22 ANOS



 ELIAS WRALANÃ - 24 ANOS



JENUÍNA AYANAN - 18 ANOS



 JACKSON ARUÉ - 20 ANOS



JULCILÉIA SYIRÁ - 14 ANOS



 JADIELSON SYRAKUANKANAN - 18 ANOS



LEAL KAINÃ - 21 ANOS



 JIRLAN SWORW - 16 ANOS



 MARCELO YAPORÉ - 20 ANOS



RAUL KAYIBÚ - 20 ANOS



RANILSON NAUMÃ - 17 ANOS



 SHEILA TAINARA - 15 ANOS


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mostra apresenta fotos Tingui Botó

Fotografias clicadas por jovens indígenas representam o primeiro acervo iconográfico oficial do povo Tingui Botó 

Participantes conferem seus Autorretratos

Aspectos captados, imagens reveladas, produção exposta. Após a oficina de fotografia do Autorretrato Nordeste, o povo da aldeia Tingui Botó, da cidade agrestina de Feira Grande, tem o primeiro acervo iconográfico oficial. Um conjunto com 30 fotografias impressas e mais de 500 imagens digitalizadas em DVD`s. E o melhor, é que as imagens deste povo do Nordeste foram feitas pelos jovens da própria comunidade, que durante dois dias puderam registrar aspectos da cultura milenar indígena.


Depois de conferir a exposição na escola, moradores se reúnem para vê as imagens digitalizadas


De acordo o estudante Tingui Botó, Jairã, a experiência da oficina de fotografia foi importante para comunidade primeiro porque a aldeia ainda não possuía um registro fotográfico, bem elaborado, do seu povo e da sua cultura; depois, porque os jovens tiveram a oportunidade de aprender mais sobre a arte de fotografar com equipamentos digitais.   

Exposição foi montada na escola da aldeia no dia 7 de setembro; e deve ficar exposta até o final do mês.

"A experiência foi tão positiva que aqueles que não participaram da oficina acabaram se arrependendo após saberem como foi o processo. Além disso, a grande satisfação da comunidade está no registro do nosso povo. Antes não tínhamos fotografias feitas com este tipo de proposta. Agora, após finalizar a exposição as fotos seguirão para compor o acervo do museu Tingui Botó" falou Jairã.
   

Comunidade indígena também conta com acervo fotográfico digitalizado 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Os Tingui Botó por eles mesmos...

Representante do grupo indígena fala sobre a história, cultura e percepções do seu povo





Captação de imagens: Waldson Costa

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Identidade Tingui Botó


O Projeto Autorretrato tem a satisfação de apresentar a comunidade dos Tingui Boto, habitantes do povoado de Olho D'Água do Meio, no município de Feira Grande, agreste alagoano. Esta é mais uma tribo de guerreiros por dias melhores que reforça a fé na vitória confraternizando com a natureza e seus ancestrais.

Foto: Patrícia Machado

Foto: Vanessa Cabral

Nos dois dias de oficina de fotografia digital (27 e 28 de agosto), os jovens logo entenderam a proposta de registro cultural apresentando os Tingui Botó. Cientes do aspecto social da fotografia enquanto documento histórico, o grupo se dedicou a registrar com detalhes alguns dos seus maiores patrimônios. 



Foto: Vanessa Cabral


Foto: Patrícia Machado

Habitantes de uma terra fértil, essa comunidade cultiva batata, milho, mandioca, feijão, tem muitas fruteiras e hortas, possui animais para o trabalho e alimentação. Entre suas maiores riquezas estão a área de mata nativa sagrada e bem preservada em sua fauna e flora e afluentes de água doce e cristalina.


Foto: Vanessa Cabral

                                       


Fotos: Patrícia Machado

Foto: Vanessa Cabral

Os jovens tem uma identidade muito forte e consciente de suas raízes. Eles entendem que são o maior patrimônio da comunidade. Concentrados em seus ideais, os Tingui Botó perpetuam suas sábias tradições há longas gerações, o que vem garantindo a presença forte do grupo dentro da cultura indígena do Estado.
  
Foto: Carol Cabral


Fotos: Vanessa Cabral


A comunidade preserva com cuidado e respeito os costumes dos antepassados. A pintura corporal, as indumentárias características da etnia, os cantos e danças, os rituais religiosos, os conceitos de coletividade e resistência são repassados desde cedo as novas gerações, que crescem fortalecidas pela identidade nativa que possuem. Um orgulho para os alagoanos!