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sábado, 13 de agosto de 2011

Diversão e conhecimento com a turma de Piranhas

Os dois dias de oficinas de fotografia digital com a turma da escola Xingó I foram de muita descontração, aprendizagem e diversão! Todo espaço seria pouco para tanta imagem boa... 

Fotos de Patrícia Machado




O cenário encantador de Piranhas ajudou a compor as fotografias, além de proporcionar uma aula de campo que envolveu história, geografia, ciências, português tudo feito com muita alegria e vontade de aprender... 

  Foto de cima da torre do relógio no final do primeiro dia, de Erly de Farias

"Pensei que iriamos aprender a fotografar na sala de aula, até assim achei bom. Mas fotografar a cidade que a gente mora é melhor ainda. É muito diferente ver por trás da câmera", revelou José Jonatam, de 11 anos.

Foto de Patrícia Machado

O grande desempenho gerou uma excelente produção. A turma trocou opinião sobre as fotografias produzidas, sobre a história da cidade em que vivem, além de dar muita risada, cantar, conversar, passear...

Autorretrato de Samoel Pinto, na chamada trilha do conhecimento

 Até o professor Ronildo entrou na brincadeira, na foto de Ellen Janine

Valeu turma, vocês são demais...Até a próxima aventura!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Bastidores

Em Pariconha foi assim...

Grupo Coeso...


Tentativas...

Enquadramento...


Registro...


Decicação...
Atenção...


Descontração...


Muita descontração mesmo!

sábado, 17 de outubro de 2009

Sim senhor, aqui tem espetáculo!

Como a memória permanece construindo e participando de novas histórias
Fotografia de Larissa Wilson

O Sete de Setembro atravessa as gerações, oferecendo em seu palco todos os tipos de espetáculos artísticos do Estado, tudo graças à vontade de pessoas que teimam em não deixá-lo ausente na memória do povo. O cotidiano do teatro é agitado. A feira de Penedo é instalada ao seu redor, e a longa sombra do prédio em estilo neoclássico, serve de ponto de taxi. Depois de passar quase 40, dos seus 125 anos, fechado e abandonado, hoje o que mais há por lá são pessoas circulando, suas portas, há tempo estão abertas. O palco está lá esperando, sempre iluminado e musicado. As pessoas entram, passeiam totalmente nele, atravessam as cortinas, falam ao microfone, cantam. Muitos tiram fotos e sentam nas cadeiras, experimentando todos os ângulos, com intimidade mesmo. Os atores, os músicos, cantores, aposentados, professores, feirantes, turistas e a população em geral passeiam por lá, a sensação é muito boa.

Camarim - Fotografia de Larissa Wilson

Mas o teatro está sempre assim, disponível, porque que estão cuidando dele, se desdobrando para manter sua vida útil. A diretora, Cláudia Tavares, é uma dessas pessoas. Atriz, Cláudia desenvolveu seu talento e o exibe até hoje no palco do Sete. Sendo uma artista, ela sabe da necessidade de cultura na vida das pessoas, por isso encara com muita seriedade esse compromisso. “Depois que fui convidada a administração, me senti na obrigação de por a minha cabeça de atriz para pensar em como o teatro precisaria estar, para o artista trabalhar e o público se divertir”, conta Cláudia, que também garante que muitas vezes é dureza levar sua rotina e necessidades. “É preciso muita dedicação e amor a causa”, reforça.

A atriz e diretora do Sete, Cláudia - foto de Patrícia Machado

Entre os seis funcionários do Sete, um deles vai contar a você a história detalhada do teatro. “Sua pedra fundamental foi inaugurada em 16 de julho de 1865, o primeiro investidor foi o português Manoel Pereira de Carvalho Sobrinho. O arquiteto, Luigi Lucarini o desenhou em formato de ferradura e depois de 19 anos, seu palco foi inaugurado. Franciscanos bancaram uma parte, e Barão de Penedo financiou com R$ 100 contos. Até a década de 1950, funcionou com a sua capacidade máxima, recebendo todos os atrativos culturais que vinham se apresentar em Penedo. Havia um cinema instalado, quando foi fechado. Ficou em adormecido por quatro décadas e há 15 anos está de fôlego recuperado”, narra com cuidado, Egno Correia. Com 13 anos de casa, ele fala que o prédio se tornou um lar. “Cuido daqui como gosto que cuidem de mim”, brinca. Egno ainda nos conta sobre espetáculos de casa cheia, em geral as comédias, dos festivais escolares, dos corais, balés e bandas que ensaiam e se apresentam no teatro.

Egno posa para as lentes de Waldson Costa

As vidas dos dois personagens ultrapassam as paredes do Sete de Setembro, e nos ensina como é possível e bom passar na história, contribuindo com ela. Egno é um dos diretores da Sociedade Musical Penedense, a filarmônica da cidade, existente há 60 anos. Já Cláudia representa a Companhia Penedense de Teatro, grupo completamente ativo na cultura do Estado.
Brincando - Foto de Walsyneide Costa

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Os autorretratos da Serra do Capela

Crianças Waconã Kariri Xucurú captam as belezas de seu povo e de seus costumes, dando exemplo de formação e tradição cultural. Nas imagens, um espetáculo de cores e conteúdo, o que deixou a equipe do projeto encantada com os resultados obtidos

Fotografia feita por Jacira Celestino Gomes da Silva - 11 anos
Imagem da colaboradora Marília Barbosa
Fotografia de Carolina Cabral - Colaboradora
Foto de Patrícia Machado - Assessoria
Fotografia produzida por Kaynamã Celestino da Silva - 12 anos
Foto feita por Marília Barbosa - Colaboradora
Imagem captada por Walsyneide Costa - Colaboradora
Fotografia feita por Rayran Celestino da Silva - 05 anos
Imagem de Carolina Cabral - Colaboradora
Foto de Patrícia Machado - Assessoria
Imagem produzida por Jaciele Felix - 08 anos
Foto feita por José Felipe da Silva Gomes - 13 anos